
Hoje (29/01), o sindicato ASSUFOP realizou mais uma assembleia extraordinária para discutir o futuro da categoria. Durante a atividade, o presidente do sindicato, Gabriel Souza, apresentou uma análise detalhada da última plenária da FASUBRA. Ele também relatou os desdobramentos da reunião conjunta entre a federação, o SINASEFE e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
Críticas à Direção da FASUBRA
Primeiramente, a gestão do sindicato criticou a postura da direção da FASUBRA. Segundo Gabriel Souza, a federação deliberou pela continuidade da assembleia sem estabelecer uma votação clara, o que gera insegurança jurídica e política. Além disso, a associada Luiza de Marillac, denunciou o uso da atual conjuntura para atrasar o CONFASUBRA, evento crucial onde a base escolheria a nova diretoria da federação.
Deliberações sobre o Acordo com o MGI
No que diz respeito às negociações com o governo, a base do ASSUFOP decidiu endossar, ainda que com críticas, o acordo firmado entre FASUBRA, SINASEFE e MGI. O resultado da votação registrou: 90 votos a favor; 6 votos contrários e 36 abstenções.
Apesar da aprovação, a maioria dos associados demonstrou profunda indignação com os termos finais da negociação. Para a base, o RSC previsto no PL 6.170 está completamente desfigurado em comparação ao que foi construido pela CNSC e dialogado com a categoria.
Em suma, a base do ASSUFOP classificou como inconstitucionais e revoltantes a não retroatividade do pedido de RSC, o limite de apenas 75% da base com acesso ao RSC, o interstício de 3 anos entre os pedidos e o veto do benefício para servidores em estágio probatório.
